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Priscilla: Primeiras críticas chamam filme de 'experiência prazerosamente emocional'; leia

Dirigido por Sophia Copolla, Priscilla deve estrear no dia 26 de dezembro nos cinemas brasileiros

Redação Publicado em 05/09/2023, às 15h04

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Cailee Spaeny e Jacob Elordi em Priscilla (Foto: Divulgação)
Cailee Spaeny e Jacob Elordi em Priscilla (Foto: Divulgação)

Um dos filmes mais aguardados de 2023, Priscilla teve primeira exibição no Festival de Veneza 2023 e as primeiras críticas já foram liberadas. Baseado no livro Elvis e Eu (1985), o longa foi bastante elogiado e chegou a ser descrito como "experiência prazerosamente emocional."

Segundo Owen Gleiberman, crítico da Variety, a produção é "um drama penetrantemente honesto" com "autenticidade docudrama meticulosa." "O filme de Coppola se chama simplesmente Priscilla, e isso nos leva a algo essencial: que o filme, embora possa ser descrito como uma história de amor, não será contado de um ponto de vista duplo," afirmou.

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Gleiberman também exaltou o trabalho de Cailee Spaeny, intérprete de Priscilla Presley: "[Ela] tem um olhar ávido e uma agudeza de espírito, e faz questão de interpretar a adolescente Priscilla como uma típica garota americana de sua época, cortês e decorosa, embora com gosto pela aventura. Afinal, ela está vivendo no mundo depois que Elvis Presley o refez!"

Além disso, David Rooney, do The Hollywood Reporter, não poupou elogios. "[O filme] atualiza elegantemente um ator-chave na lenda de Elvis do lado de fora, e qualquer pessoa sintonizada com os comprimentos de onda distintos de Coppola achará isso uma experiência prazerosamente emocional," opinou.

[Jacob Elordi, intérprete de Elvis Presley] encontra seu próprio caminho no personagem, derramando charme sedutor e magnetismo inegável nos olhos tristes e nos padrões de fala sonolentos. Mas ele nunca se esquiva das características mais desanimadoras – os acessos de ressentimento, a petulância, a evasão e a desonestidade.

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Stephanie Bunbury, do Deadline, pontuou o trabalho da diretora, Sophia Coppola, que "tem dado o seu melhor ao observar o funcionamento da fama, riqueza e excesso, não tentando espetar ou acusar ninguém, mas simplesmente registrando o que vê. A força dos seus filmes é que parece ver tudo."

A jornalista ainda comentou como o filme é "uma visão condenatória de um homem e - eventualmente - de um casamento... a maioria das pessoas conhece o esqueleto da história de Presley. Contada do ponto de vista de sua ex-esposa, porém, a história se torna completamente diferente."

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